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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

PREGADA NA CEI EM PANAMBI/RS


COMO SER UM GRANDE HOMEM PARA A MINHA FAMÍLIA?
(Lc. 15:11-32)

SEJA UM HOMEM EQUILIBRADO: VS. 12
Ele Não Se Perdeu Nas Perdas
A Frente De Situações Desesperadoras Ele Permaneceu Calmo
Você É Responsável Pela Paz Em Sua Casa
Equilíbrio É: Ser Alegre, E Não Inconveniente. Ser Verdadeiro, E Não Sincero. Ser Disciplinado, E Não Rígido. Ser Comunicativo, E Não Exagerado. Ser Doce, E Não Melado. Ser Corajoso, E Não Agressivo.

SEJA UM HOMEM AMOROSO: VS. 17
Qual É A Recordação Da Sua Família Quando Erra E Tem Que Falar Para Você
Este Jovem Quando Parou Para Pensar, Ele Lembrou Do Pai Que Tinha; Amoroso, MISERICORDIOSO, CARINHOSO, PROVEDOR E PROTETOR.

SEJA UM HOMEM “APAGADOR DE PASSADO”: VS. 20
Não Deixe O Passado Atormentar O Presente E Atrapalhe O Futuro
Perdoe
Há Um Conceito Que Distingue Graça E Misericórdia: Graça É Receber O Que Não É Merecido; Misericórdia É Não Receber O Que É Merecido.
Quanto Tempo Você Pensa Numa Conta Que Já Pagou? Eu Me Esqueço De Minhas Contas Logo Depois De Pagá-Las. Não Me Preocupo Com A Conta De Luz Do Mês Passado. Agora, A Pergunta É: "Se Deus Esquece Um Pecado No Momento Em Que Você O Confessa, Não Acha Que Deveria Esquecê-Lo Também?" (Rick Warren, Em "Poder Para Ser Vitorioso", Pg 13 - Ed Vida).
Uma Das Razões Pelas Quais Temos Tantos Problemas Nesta Vida É Porque Insistimos Em Esquecer De Coisas Que Deveríamos Lembrar E Porque Deliberadamente Nos Lembramos De Coisas Que Deveríamos Esquecer.

SEJA UM HOMEM RENOVADOR: VS. 22
Não Basta Só Apagar O Passado, Tem Que Traçar Novos Projetos, Novos Sonhos.

SEJA UM HOMEM DE EXECELÊNCIA: VS. 22
Tragam-Me A Melhor Roupa, Porque Para A Minha Família Tem Que Ser O Melhor.

SEJA UM HOMEM RESTAURADOR: VS. 22
Tragam Depressa, Ele Tinha Pressa Em Restaurar Seu Filho.
Por Mais Desastroso O Erro Cometido, Restaure, Cure As Feridas, Seus Machucados.

SEJA UM HOMEM PRESENTE: VS. 22
Não É Dar Presentes, Mas Ser Presente.
Quem São Os Melhores Amigos De Sua Família?
Era Atencioso

SEJA UM HOMEM QUE VALORIZA OS PEQUENOS DETALHES: Vs. 23
Bezerro Cevado
Data Comemorativa, Jogos, “Olha Pai! Não Tenho Tempo Agora!”.
Percebeu O Outro Filho Brabo, Cabisbaixo.

SEJA UM HOMEM CONCILIADOR: VS. 28
Nunca Desista De Conciliar Seus Filhos, Sua Família.

SEJA UM HOMEM QUE CELEBRA O QUE É BOM: VS. 23,24
Ele Podia E Tinha 1000 Razões Para Jogar Na Cara Do Seu Filho Os Erros, Mas Resolveu Celebrar O Que É Bom.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

ESTUDO QUE MINISTREI AOS JOVENS DA IEAD MADUREIRA EM CRUZ ALTA/RS

O mais importante vem em primeiro lugar! Qual é o melhor método contraceptivo? Abstinência
Peguei estas 6 definições de ficar na net e achei interessante fala-las antes de começar nosso estudo sobre namoro e sexo


1) Ficar é Namorar de Brincadeira: Você gosta de brincar com ratoeiras, cobras, bombas, botijões de gás ou facas? Não, não é mesmo? São brincadeiras perigosas e de mau gosto. Brincar com os sentimentos dos outros, ou mesmo arriscar os seus, também é errado.Sentimentos são preciosidades. Não se gosta ou se deixa de gostar de brincadeira. Ademais, sempre se sai ferido de uma relação fingida.

2) Ficar é praticar para ver se vai dar certo: Namoro não é praticar, mas investigar, aprender gostos, temperamento, procedimentos, personalidade, reações, etc. O restante está reservado para o casamento.

3) Ficar é suprir provisoriamente a carência afetiva e sexual: Este argumento é falho. O ser humano sempre foi carente de afeto, seja pela falta sentida na infância, seja pela solidão circunstancial, e nunca houve necessidade de existir um relacionamento do tipo FICAR.

4) Ficar é curitir todo mundo numa boa, sem compromisso: O cristão é um ser comprometido com Deus e com o ser humano. É alguém que "veste a camisa", que "lança mão do arado e não olha para trás.". Não ter compromisso efetivo com a pessoa querida é pecado, falto de caráter, fruto de uma educação distorcida e de um coração sem sentimentos. O que deve unir alguém à outro é o amor, e este é poderoso e permanente:

5) Ficar é namoro avançado, onde vale tudo: No namoro não vale tudo não!

6) Ficar é a moda entre jovens e adolescentes : Ir atrás da moda moda é falta de personalidade

Hoje a prioridade é fazer sexo, ficar, se divertir, poucos querem um viver santo e agradável a Deus.



1) Apaixonado por uma moça bonita:

1 - Depois de algum tempo, Amnom, filho de Davi, apaixonou-se por Tamar; ela era muito bonita.

- Moça bonita: CUIDADO!

- A beleza pode servir para o bem tanto quanto para o mal.

- Cuidado com as roupas que você usa, cuidado com suas atitudes, cuidado para não usar sua beleza brincando com os sentimentos dos outros.

- 4 Tipos de beleza:

4.1- Social: Se dá bem com todo mundo

4.2- Intelectual: É esperta, gosta de estudar

4.3- Emocional: É generosa, amável, estável

4.4- Física: é bonita.



2 - Amnom ficou angustiado a ponto de adoecer por causa de sua meio-irmã Tamar, POIS ELA ERA VIRGEM, E PARECIA-LHE IMPOSSÍVEL APROXIMAR-SE DELA.

- Estava perdidamente apaixonado (Escrevia o nome dela, desenhava corações, escutava músicas, cantava estou apaixonado)

- Até aqui nada mau, pois não é pecado ter sentimentos por outra pessoa, mas pecado é aquilo que você faz com eles.

- Preste atenção nestas 3 virtudes:

1- Bonita: beleza física

2- Virgem: alto padrão moral

3- Impossível: era difícil

- Homens são estimulados por desafios, uma mulher assim é um troféu!

2) Tinha um amigo astuto:

- Cuidado com os amigos astutos

- Mui sagaz (astuto, malandro)

- Os astutos sempre tem a solução pra qualquer dúvida ou problema que você tenha, os conselhos deles parecem que nunca falham. (Você não é homem? Não dá nada, é só usar camisinha!).

- Quis descobrir o que estava acontecendo e Amnom contou.

- NUNCA TOME OU CONTE SEGREDOS COM PESSOAS QUE NÃO TENHAM VALORES MORAIS BÍBLICOS.

- Ele deu o conselho que mostrou a saída, que maravilha!

- A lei proibia relacionamento sexual fora do casamento

- A lei proibia relacionamento sexual com parentes (Lv. 18:11)

- Virgens eram mantidas em confinamento, homens só podiam vê-las na presença de testemunhas.

- JOVEM! NUNCA FIQUE SOZINHO, ISOLADO, MOÇAS! NÃO SEJAM DESCUIDADAS!



RESULTADOS DE UM RELACIONAMENTO SEXUAL ILÍCITO



12 - Mas ela lhe disse: "Não, meu irmão! Não me faça essa violência. Não se faz uma coisa dessas em Israel! Não cometa essa loucura.

13 - O que seria de mim? Como eu poderia livrar-me da minha desonra? E o que seria de você? Você cairia em desgraça em Israel. Fale com o rei; ele deixará que eu me case com você".



1) Não me faça essa violência: Egoísmo e violência contra os sentimentos de uma pessoa.

2) Não se faz uma coisa dessas em Israel: Não importa o que digam na TV, não se faz assim no meio do povo de Deus

3) Não cometa essa loucura: Fornicação traz consequências físicas (perda da virgindade), emocionais (culpa, medo), psicológicas (traz experiências catastróficas)

4) O que seria de mim? Como eu poderia livrar-me da minha desonra?: culpa e vergonha resultados contrários ao sexo no casamento

5) E o que seria de você? Você cairia em desgraça em Israel: Fornicação traz desgraça



14 - Mas Amnom não quis ouvir e, sendo mais forte que ela, violentou-a.

15 - Logo depois Amnom sentiu uma forte aversão por ela, mais forte que a paixão que sentira. E disse a ela: "Levante-se e saia! "



1) Mas Amnom não quis ouvir: Egoísmo! A fornicação satisfaz o desejo sexual de uma pessoa só! Não pensa no outro e em ninguém, a não ser em si próprio.

2) Sendo mais forte que ela, violentou-a: A fornicação revela a violência (me prova que me ama)

3) Logo depois Amnom sentiu uma forte aversão por ela, mais forte que a paixão que sentira: A fornicação traz nojo depois de consumado, desprezo.

4) E disse a ela: "Levante-se e saia: levanta: estava caída, e saia: está rejeitada.



17 - e chamando seu servo, disse-lhe: "Ponha esta para fora daqui e tranque a porta".

1) Ponha esta para fora daqui: cadê a beleza? A fornicação leva embora a beleza! Perdeu a virgindade, acabou a difícil, virou esta!

2) e tranque a porta: Acabou, perdeu a graça, não quero nem ver mais!



19 - Tamar pôs cinza na cabeça, rasgou a túnica longa que estava usando e se pôs a caminho, com as mãos sobre a cabeça e chorando em alta voz.

1) Tamar pôs cinza na cabeça: Simbolo de luto, morreu o futuro matrimonial.

2) rasgou a túnica longa que estava usando: Se vestia como uma jovem e formosa princesa, seus sonhos, seu entusiasmo, sua alegria de viver se refletiam nas cores alegres de suas vestes.

Mas naquele momento, tudo perdia o sentido, rasga as vestes e lança cinza sobre a cabeça, expressando sua aflição e dor, sai clamando pelas ruas

3) e se pôs a caminho, com as mãos sobre a cabeça e chorando em alta voz: Sem direção, qualquer um pode pegar! Desespero.



29 - Assim os homens de Absalão mataram Amnom, obedecendo às suas ordens.

1) Assim os homens de Absalão mataram Amnom: Afetou toda a sua família! Coisas terríveis aconteceram

domingo, 4 de abril de 2010

ESTA MENSAGEM PREGUEI EM TATUÍ/SP NA IGREJA O BRASIL PARA CRISTO

O QUE FAZER QUANDO NÃO TEM MAIS JEITO?
NEEMIAS 4:10-14
As palavras desanimadoras e negativas que vieram a Neemias foram de pessoas familiares, que coisa mais triste quando nossos amigos, parentes e familiares, ou seja, pessoas que nós amamos nos tentam desanimar. Os versículos 10 e 11 temos 4 exemplos de como estava o ânimo do povo, ou seja, estavam desesperançosos. Estes dois versículos mostram 4 Perdas do povo:
1)Perderam as forças: "Já desfaleceram as forças dos carregadores"
2)Perderam a visão de vitória: "o pó é muito"
3)Perderam a esperança: "não poderemos"
4)Perderam a segurança: "disseram os inimigos"

Então o que fazer quando não tem mais jeito?
versículo 14: E olhei, e levantei-me, e disse aos nobres, aos magistrados, e ao restante do povo: Não os temais; lembrai-vos do grande e terrível Senhor, e pelejai pelos vossos irmãos, vossos filhos, vossas mulheres e vossas casas. 
1)Olhei: Avaliei, examinei a situação
-Quando ele avaliou viu que o problema estava "dentro de casa", não estava fora
-Quando se examina a situação, se prepara pra enfrentar os problemas
-Ao examinar descobriu que haviam muitas necessidades

2)Levantei-me: Agiu
-Não fuja da responsabilidade
-Se todos fugiram, assuma você o papel
-jejue, ore, consagre pela sua família

3)Não os temais: Animar, incentivar
-Sempre motive sua família
-Sempre anime os que você ama

4)Lembrai-vos do Senhor: Promessas
-Nunca esqueça das promessas de Deus
-Salmos 128:3 é promessa de Deus
-Deus disse: abençoarei quem te abençoar... creia nas promessas de Deus

5)Pelejai pelos vossos irmãos: Valorize o que você tem
-Só pelejamos por algo que tem valor
-Só investimos em coisas de valor



ESTA MENSAGEM PREGUEI EM TATUÍ/SP NA IGREJA QUADRANGULAR

A FAMÍLIA NAS MÃOS DO HOMEM PODEROSO
Salmos 127:4 - Como flechas na mão de um homem poderoso, assim são os filhos da mocidade.

Neste texto podemos fazer muitas analogias, mas hoje eu quero expor deste texto a seguinte mensagem: o homem poderoso = Deus; flecha = filhos, mas e onde estão os pais?
Os pais são o arco e a corda do arco.
1)QUEM IMPULSIONA A FLECHA É O ARCO
-O arco é quem determina a velocidade da flecha
-A potência de impacto da flecha no alvo é determinada pelo arco(Como você vê seus filhos na sociedade?)

2)QUEM DIRECIONA A FLECHA É O ARCO
-Quanto melhor o arco, mais certeira é a flecha

3)A FLECHA SÓ TEM SENTIDO COM O ARCO
-Sem o arco a flecha não tem utilidade nenhuma

4)A FLECHA NÃO VAI LUGAR ALGUM SEM O ARCO
-A flecha é dependente do guerreiro e do arco
-Quem sabe como levar a flecha ao alvo é o guerreiro e o arco

5)A GLÓRIA NUNCA É DO ARCO OU DA FLECHA, MAS É SEMPRE DO GUERREIRO
-Se sua família está sendo abençoada, a glória é de Deus
-Se seu casamento tem sido um exemplo a todos, a glória é de Deus
-Se seus filhos são elogiados por todos, a glória é de Deus...

sábado, 13 de fevereiro de 2010

ESTA POSTAGEM É DO GRANDE PR.ADOLFO SARMENTO E DA PRA. FÁTIMA SARMENTO

O RELACIONAMENTO FÍSICO DO CASAL

O que a Bíblia fala sobre sexo.
1 ) O Velho Testamento fala abertamente sobre assuntos sexuais. Muitas vezes tem expressões como: "coabitou o homem com a mulher" significando ter relações sexuais.
2) A lei de Moisés proibiu relações sexuais durante o período de menstruação e nascimento e os homens casados foram exortados a abster-se do ato sexual somente por questões religiosas.
3) Também o Velho Testamento registra os pecados sexuais de vários indivíduos como no caso de Ló: Davi a Bate-Seba, e a prostituição de Oséias.
4) Provérbios 5.1-9, Salomão exorta o seu filho sobre os perigos da mulher adúltera e também as delícias do relacionamento físico no casamento.
5) Cantares de Salomão provavelmente foi escrito para descrever o amor conjugal e especialmente a relação física no casamento.
6) O Novo Testamento aprova e também fala abertamente sobre assuntos de sexo. Jesus fala francamente em várias ocasiões sobre o perigo do sexo fora do plano de Deus.
7) Em 1 Co 7.1-5 o apóstolo Paulo aborda os direitos conjugais do marido e da esposa e algumas instruções claras para a pessoa que quer abster-se com um propósito espiritual.
8) Em 1 Tessalonissenses 4.1-8 o apóstolo Paulo exorta a prática da santidade no relacionamento fraternal. A vontade de Deus é a santificação e o abster-se da prostituição. Ele exorta que é em santificação e honra que o homem deve conseguir esposa.
9) Em hebreus 13.4 a Palavra de Deus confirma que o casamento é digno de honra e que o leito matrimonial é sem mácula.
10) Com estes exemplos nós temos que a bíblia trata do sexo honesta e francamente. Ela não está super preocupada com o sexo, mas também não se envergonha dele. A bíblia tem uma atitude positiva para com o sexo; como parte da criação de Deus. Mas como nas outras coisas da criação, o sexo também pode ser distorcido pelas criaturas imperfeitas. A expressão sexual é uma força poderosa para o bem ou mal, dependendo de como o homem escolhe expressá-la. Portanto Deus estabelece um guia para a sexualidade humana.

O PROPÓSITO DO SEXO NO CASAMENTO

Quando Deus criou o homem e a mulher, macho a fêmea, o registro de Gênesis diz:... "eis que tudo era bom"... ( Gênesis 1:31). Conforme o desígnio e a sabedoria de Deus, a nossa sexualidade foi ordenada para a procriação da raça humana dentro do contexto do relacionamento do casamento. É óbvio que Deus nos criou sexuais não somente para a procriação, mas também para ser um meio de comunicação, unidade, prazer, dar. A palavra de Deus nos dá a melhor perspectiva sobre o sexo. Não a perspectiva distorcida e negativa, a filosofia puritana, nem a da "nova moralidade " que deixa de lado o padrão de Deus sobre moralidade a prega uma " liberdade " completa na expressão dos desejos sexuais. Nossa sexualidade é para o bem estar do homem e da mulher e é o propósito de Deus que entendamos o seu plano para a nossa vida nessa área.
1- O sexo é para ser desfrutado no casamento (Mateus 19.6; Marcos 10.7; Hebreus 13.4; 1 Tessalonissenses 4.3-7)
2- O sexo é criativo (procriação) - Gênesis 1.28 - (sede fecundos, multiplicai-vos )
3- O sexo é um meio de comunicação – tornando-se os dois uma só carne (Gn 2.24); coabitar o homem com Eva, sua mulher. Esta concebeu e deu a luz (Gn 4.1).
4 - O sexo é para prazer conjugal (Provérbios 5.1- 22; Cantares de Salomão)
5- O sexo é uma experiência de dar (1 Co 7.1-5)
A- O marido e a esposa têm necessidades sexuais e emocionais que devem ser satisfeitas no casamento ( versículos 1 e 2 )
B- O direito e a dúvida do marido e esposa. Cada parte é responsável em colocar como prioridade as necessidades sexuais do outro (versículos 3 e 4 )
C-Não vos priveis uns aos outros.(versículo 5 )
1-mútuo consentimento
2- por algum tempo
3- para vos dedicardes a um propósito - a oração.
4- novamente vos ajuntardes
5- o perigo - para que satanás não vos tente por causa da incontinência.

PROBLEMAS DE AJUSTAMENTO SEXUAL (1 Co 7.1-5)

1- Conflitos no relacionamento sexual entre marido e esposa
A- Problemas e conflitos no namoro e noivado que são transferidos para o casamento
B - Conflitos na "Lua de mel"- maus entendimentos nas primeiras experiências sexuais.
C - Coisas que um não gosta do outro, tais como idéias, atitudes, hábitos e sentimentos de competição que bloqueiam.
D- Conflitos em outras áreas como, muita diferença de idade. diferença de educação, comparação com mãe, pai ou irmãos.

2- Problemas pessoais do marido
A- O marido, pelos fortes desejos sexuais, tende a ser egoísta na sua busca para a satisfação sexual.
B- Em geral, um marido inseguro é um marido dominante. Se o marido começa a dominar a sua esposa, esta insegurança pode prejudicar o seu relacionamento.
C- Suas experiências sexuais do passado, seja masturbação ou relacionamento com outras mulheres.
D- O próprio medo de incapacidade sexual, ou não poder satisfazer sua esposa.

3- Problemas pessoais da esposa
A- A esposa pode ter medo de sexo por causa da falta de instrução adequada pelos pais no passado.
B- Muitas moças tem idéias acéticas de que o sexo não é espiritual.
C- As vezes, moças entram no casamento com sentimentos de culpa das experiências sexuais que tiveram no passado.
D- As vezes, moças entram no casamento com sentimentos de insegurança e inferioridade. Esses sentimentos bloqueiam uma vida sexual bem ajustada.
E- As vezes o período de ajustamento sexual muito longo faz com que ela esfrie e tenha dificuldade em ter uma vida sexual normal e com satisfação.
F- As vezes, a esposa é fiel com as coisas como são. Ela queria um lar, um marido e um nenê. Simplesmente negligência a sua própria necessidade f

4- Outros problemas gerais
A- Problema físico - deve ser corrigido por um médico de confiança.
B- Falta de conhecimento sobre sexo.
C- Falta de asseio corporal.
D- Falta do lugar sossegado.
E- Falta de tempo na relação sexual.
F- Alguns casais pensam que o sexo vai ser fácil, rápido e automático e com 100% de satisfação. Quando isso não acontece, desenvolve medos.

5- Toda mulher casada pode experimentar o orgasmo se...
A- Tiver um bom relacionamento com o marido.
B- Não tiver um problema biológico que bloqueia orgasmos.
C- Tiver saúde razoável.
D- Não tiver perturbações mentais ou emocionais.

O homem é estimulado pelo olhar
A mulher é estimulada pela carícia

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

ESTE TEXTO FOI TIRADO DA REVISTA ANDANDO NA VERDADE AUTOR: DENNIS ALLAN

Segurança no Lar (2)


Qualquer pessoa que mora numa grande capital entende a importância de segurança no lar. Sabendo que existem alguns maus elementos no mundo, procuramos minimizar o perigo de assaltos e invasões das nossas casas. Muitas casas são cercadas por muros altos. Outras têm grades nas janelas. Algumas têm sistemas sofisticados de alarmes ou guardas para as defender. E qual rua não têm, pelo menos, alguns dez cachorros que latem em coro quando alguém passa na rua? É normal querer segurança em casa.
O que é que procuramos proteger dentro de casa? Alguns bens materiais, talvez. Mas, de maior importância, protegemos a vida física e o bem-estar emocional das pessoas queridas que chamamos família.
Enquanto protegemos nossas famílias de alguns riscos físicos, freqüentemente negligenciamos uma outra questão de segurança no lar. Nossas famílias são sujeitas a muitas ameaças espirituais. Como podemos defendê-las? O que podemos fazer para criar e manter lares seguros e capazes de resistir os males que destroem muitas famílias e estragam as vidas de muitas vítimas inocentes? Neste artigo, consideraremos alguns princípios bíblicos que asseguram lares mais sólidos e tranqüilos.

1 + 1 = 1
Quando Deus criou o ser humano, ele fez duas pessoas: um homem e uma mulher. Desde o princípio, Deus ordenou que o casamento fosse um relacionamento especial e íntimo de dois: "Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne" (Gênesis 2:24). Milhares de anos depois, Jesus repetiu o mesmo princípio como a vontade de Deus para todos (Marcos 10:6-9; Mateus 19:4-6). Paulo divulgou a mesma regra quando ensinou que cada homem pode ter "sua própria esposa" e cada mulher "seu próprio marido" (1 Coríntios 7:2).
Muitos dos problemas de lares inseguros, hoje em dia, resultam da desobediência deste princípio fundamental. Vamos ver alguns exemplos desses abusos e suas conseqüências:

Deixa o homem pai e mãe. O ato de casar-se cria uma nova família, independente das famílias dos pais. O ponto deste aspecto do mandamento não é distância física, pois encontramos exemplos de pessoas fiéis que moraram perto dos pais (Gênesis 24:67). É possível morar perto dos pais e ainda desenvolver uma família independente, mas não é fácil. Há duas tendências erradas que freqüentemente atrapalham famílias: Œ Pais que interferem nos assuntos dos filhos casados, e � Filhos casados que não assumem a responsabilidade na própria família. Enquanto esses problemas podem acontecer em qualquer família, são mais comuns quando os filhos ficam pertinho dos pais depois de casar. Às vezes, a noiva demora para aprender como cozinhar e manter a casa porque não estabelece um lar independente. Muitos novos maridos não aprendem a responsabilidade de sustentar a família e administrar o dinheiro, porque os pais continuam ajudando financeiramente. Alguns novos pais não sabem criar filhos, porque as crianças estão sempre na casa dos avós. Muitos casais nunca aprendem como resolver problemas entre si, porque sempre procuram refúgio na casa dos pais, ao invés de conversar como dois adultos para achar soluções para suas diferenças. Quando recém-casados respeitam a vontade de Deus para deixar pai e mãe e formar uma nova e independente família, aprendem depender um do outro, resolvendo problemas e criando laços fortes.

Se une à sua mulher. Nestas palavras encontramos dois aspectos importantíssimos de um bom casamento: Œ Se une à sua mulher. O ato de unir-se sugere o compromisso do casamento. Os costumes e as leis mudam de uma época para outra e de um país para outro, mas a idéia de assumir um compromisso de casamento com uma pessoa é essencial. No Brasil, atualmente, essa união exige um casamento lícito, devidamente registrado no cartório. Pessoas que vivem amigadas estão evitando o compromisso do casamento, deixando aberta uma porta de saída. O relacionamento de tais pessoas não se trata de casamento, mas sim de fornicação, um pecado contra o par e contra Deus (Hebreus 13:4; 1 Coríntios 7:9). Relações sexuais antes ou fora do casamento do casamento são pecaminosas. � Se une à sua mulher. Em três palavras, Deus já excluiu muitos dos motivos de lares instáveis. Deus, na Bíblia, autoriza cada homem a casar-se com uma mulher. A prática comum de divorciar e casar com outra não é da vontade de Deus. Deus não criou Adão e Eva e Ana e Sara. Ele criou um homem e uma mulher. O casamento hoje é um relacionamento fechado e exclusivo entre duas pessoas. Eu não tenho direito nem de pensar em me separar da minha esposa para achar outra. Devemos observar outra coisa importante nessas palavras. Deus criou um homem e uma mulher. Deus não autorizou que o homem tivesse relações sexuais com animais, nem com outros homens. Ele já tinha criado diversos animais, mas nenhum deles foi feito para ser companheiro íntimo do homem (Gênesis 2:20). Também, é óbvio que Deus não criou Adão e João. Não importa quantas teorias que os homens inventam, ou quantas leis que os políticos fazem, as relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo sempre serão condenadas pela palavra de Deus (Romanos 1:24-27; 1 Coríntios 6:9-11). Os homossexuais precisam parar de cometer esse pecado e voltar para Deus.



Tornando-se os dois uma só carne. No meio da libertinagem do nosso mundo, a idéia de fidelidade matrimonial parece antiquada. Filmes, novelas, revistas e jornais sugerem que a paixão é incontrolável e a traição inevitável. O mesmo antigo mentiroso que enganou Eva no jardim do Éden continua enganando milhões com essas mentiras. O privilégio de ter relações sexuais é uma das melhores coisas que Deus deu para o prazer do homem e da mulher, mas pessoas pecaminosas procuram estragar esse dom de Deus. A intenção de Deus é que, logo depois de assumir o compromisso de casamento, o homem e sua mulher começarão uma vida de relações íntimas que trarão prazer para os dois. O bom marido vai se preocupar com a satisfação sexual de sua esposa, e ela, por sua vez, vai responder aos desejos naturais dele. Pessoas que respeitam a vontade de Deus não admitem a possibilidade de se envolver sexualmente com outras pessoas (1 Coríntios 7:3-5; Provérbios 5:1-23; Mateus 5:27-28; Hebreus 13:4; 1 Coríntios 6:9-11; Romanos 7:1-3). As pessoas que encontram mais prazer sexual na vida são as pessoas que se dedicam ao desenvolvimento do relacionamento íntimo com seu legítimo parceiro. Essas pessoas não sofrem da culpa que vem com lembranças de pecados cometidos no passado, nem da insegurança que a infidelidade traz para a vida de muitos. No casamento lícito, o sexo se torna uma parte especial do amor verdadeiro e completo entre duas pessoas.
O cristão que respeita a Deus vai contrariar as tendências pecaminosas de uma sociedade que defende a libertinagem. Um artigo recente na revista Época acertou quando descreveu uma grande parte do problema de jovens terem relações sexuais: "Quem é adolescente, hoje, tem nos pais o exemplo de uma geração que derrubou barreiras para tornar o sexo antes do casamento algo moral e socialmente aceitável" (12/04/99, página 50). Temos que mudar este quadro. A fornicação pode ser socialmente aceitável, mas nunca será moralmente aceitável. Mesmo se não conseguirmos mudar o pensamento de todos, podemos e devemos começar nos nossos próprios lares e igrejas. Pais, assumam compromissos com seus filhos para ajudá-los a manter sua pureza, assim se preparando para felicidade verdadeira no casamento e no céu.



Famílias Seguras
Abandono e divórcio são fontes de muito sofrimento. A vida de muitas crianças e jovens se torna um pesadelo, devido às promessas quebradas dos pais. Muitos adultos sofrem feridas incuráveis de rejeição por alguém que, alguns anos antes, prometeu amor e fidelidade até a morte. Deus autorizou o casamento, mas a destruição de lares é obra do diabo. Muitas coisas mudam depois de casar, mas o compromisso é irrrevogável. Geralmente, o homem de 50 anos não é tão bonito, fisicamente, como era quando tinha 20 anos. A mulher de 80 anos pode ter alguns problemas de saúde que não tinha aos 30 anos. Problemas mais difíceis, incluindo doenças mentais, podem se desenvolver depois do casamento, mas o compromisso não muda. Uma doença ou acidente pode deixar a pessoa incapaz de cumprir seu papel normal, mas o compromisso continua o mesmo. A sua esposa ou o seu marido merece a segurança de saber que vocês vão ficar juntos até a morte.
Seus filhos precisam da mesma segurança. Lares tumultuados e quebrados por divórcio deixam muitas vítimas. Pesquisa publicada na revista Veja prediz uma grande mudança na família brasileira: "Em apenas duas décadas, o número de famílias nucleares, compostas por pai, mãe e filhos de um primeiro casamento, será menor do que o de novas uniões resultantes de separações e divórcios." O mesmo artigo observa o fato óbvio: "Mas é ilusão achar que exista separação sem dor e sofrimento. O fim de um casamento é uma das situações mais estressantes que um ser humano pode enfrentar....Para as crianças, significa lidar com emoções desconhecidas, na maioria das vezes traumáticas...." (17/03/99, páginas 110-111).

Cumprindo nossos papéis com amor
Existem muitas outras coisas que contribuem à segurança no lar. Homens responsáveis devem trabalhar e sustentar a família (1 Tessalonicenses 4:11; 2 Tessalonicenses 3:10; 1 Timóteo 5:8). Mulheres piedosas serão boas donas de casa, contentes com as necessidades da vida e livres da avareza (Tito 2:3-5; 1 Timóteo 6:7-10). Pais que temem ao Senhor vão instruir seus filhos por palavra e exemplo, os corrigindo em amor (Efésios 6:4). Violência, bebidas, drogas, imoralidade e diversas outras más influências serão eliminadas das nossas famílias, deixando um ambiente saudável para o desenvolvimento de pessoas aptas para o reino de Deus. Vivendo bem no lar exige sacrifício e determinação. Mas, lembre-se de dois fatos importantes: 
1) O amor de Deus exigiu um sacrifício maior (João 3:16; Efésios 5:25), e 
2) Estamos tratando de seres humanos, feitos à imagem de Deus, que têm espíritos eternos. Você terá uma grande influência na eternidade de seu companheiro e de seus filhos. Vale a pena ser fiel!






ESTE TEXTO FOI TIRADO DA REVISTA ANDANDO NA VERDADE AUTOR: LESLIE DIESTELKAMP

Segurança no lar (1)
Em contraste com os sonhos de alguns namorados jovens, o casamento não sucede automaticamente. Ele tem que ser cultivado como uma planta frágil, protegido como um precioso tesouro e cuidado como um relacionamento sagrado. Todas as pessoas casadas, como também as que contemplam o casamento, devem seriamente considerar as seguintes três regras para segurança no lar:

Precisa de amor mútuo em abundância. Não é meramente um amor superficial que sumirá na primeira discussão, ou que evaporará quando vem a pobreza (ou a riqueza). Precisa ser um amor profundo e duradouro que sobreviverá todas as provações e tribulações e que amadurecerá e crescerá com a passagem dos anos. E tem que ser mútuo. Muitas mulheres e alguns homens já têm suportado muitos anos de amor desigual. Cada um ame o outro como se ama (Efésios 5:28,29). Este amor sobre o que eu escrevo agora não é apenas a resposta à atração física, mas a resposta ao caráter total do companheiro. É um amor responsável, propositalmente cultivado e mantido por ambos dos parceiros.

Para o casamento suceder, precisa de esforço sincero. Da mesma forma que unidade na igreja exige tal determinação (veja Efésios 4:3), também é necessária no lar. Seu casamento não será seguro por acaso, e Deus não vai fazer milagre para produzir paz na sua família. Mas, com esforço e determinação, os dois companheiros podem viver em paz e alegria.

Uma atitude de humildade, demonstrada em pedidos recíprocos de desculpas, curará muitas feridas nos relacionamentos. É absurdo que pedimos desculpas aos estranhos e outros, mas que, às vezes, negligenciamos os próprios companheiros. Que pena que não pedimos perdão aos que amamos mais, e assim inibimos o desenvolvimento de amor maior. Não há quase nada que você poderia fazer que ajudará seu casamento mais do que reconhecer, humildemente, suas próprias falhas e prontamente confessá-las ao seu par, dizendo sinceramente, "Eu peço desculpas."
Esses três ítens não garantem sucesso--são apenas o começo, e princípios importantes de paz. Não é somente necessário que amemos um ao outro, mas que cada um procure ser amável (alguém que inspira o amor). Não somente cada um deve tentar manter a paz, mas cada um deve se comportar de um modo que incentiva o outro a procurar a paz. Não devemos apenas pedir desculpas ao outro, mas devemos viver de uma maneira que se torna fácil para o outro pedir perdão (não sentindo forçado ou obrigado).
A maioria dos casamentos saudáveis e fortes precisam de namoro contínuo. Não é certo nem sábio parar de namorar no fim da lua de mel ou depois de nascer o primeiro filho. O amor é como uma orquídea delicada e o namoro é o alimento que a faz crescer e brotar. Uma mulher escreveu:

"Eu sei que seu amor é maior agora,
Do que nos dias que namoramos;
Você mostra seu amor
De mil maneiras diferentes.
Mas, às vezes, eu penso, até sonhando,
De como era bom quando você me amava menos,
Mas falava mais do seu amor."
Se homens e mulheres usassem tanto tato, esforço e sabedoria para manter seus casamentos como usam para começá-los, tudo estaria bem.



ESTE TEXTO FOI TIRADO DA REVISTA ANDANDO NA VERDADE ANO DE 2000/ AUTOR: DAVID PRATTE

Resolvendo Conflito Matrimonial(Parte 3)



9)Reconcilie-se
A meta não é falar sem parar, nem simplesmente dar vazão a frustrações, mas sim, resolver o problema. Você deverá buscar e determinar um plano de ação pelo qual o problema cesse de aliená-lo.

Transija e tolere diferenças de ponto de vista, quando possível.
1 Coríntios 13:4 — O amor é paciente, é benigno. O amor não é egoísta.

Cada casal encontrará, um no outro, características que gostaria de mudar, mas não pode. O pecado não deve ser tolerado, mas se não há pecado e a pessoa só faz coisas que nós não gostamos, o amor não empurrará os desejos pessoais até o ponto da alienação. Aprenda a tolerar estes assuntos sem amargura.
Romanos 14 — Até mesmo algumas decisões espirituais são questão de opinião, e não de pecado. Se você não pode provar que seu cônjuge cometeu pecado, não conclua que ele seja culpado.

Tiago 3:14-18; Mateus 5:9; Romanos 12:17-21; 1 Pedro 3:11 — Procure sinceramente uma solução pacífica para o problema. Devemos querer que o conflito termine, mesmo que desistamos de nossos próprios desejos para consegui-lo.

Em alguns assuntos, pode haver entendimento para dar e receber. Desde que nenhuma convicção bíblica seja violada, procure uma solução conciliatória: "Eu concordo nisto, você concorda nisso." Ou, "Desta vez faremos do seu jeito, na próxima vez faremos do meu jeito."
Lembre-se de considerar modos de você se envolver e ajudar seu cônjuge a fazer melhor uma tarefa, em vez de ficar sentado e criticando. Talvez, em algum assunto, terminarão cada um seguindo um caminho separado e fazendo coisas separadas (Atos 15:36-40).
Contudo, se um dos cônjuges é culpado de pecado, então é preciso ser feita uma outra abordagem.

Arrepender-se do pecado.
2 Coríntios 7:10; Atos 8:22 — Se um ou ambos os cônjuges tiverem pecado, a Bíblia diz para se arrependerem e orarem por perdão. Por que os pecados na família deveriam ser diferentes?
Arrependimento é uma decisão e compromisso de mudar. Temos que reconhecer que temos estado errados e concordar em fazer o que é certo. Se o pecado for a causa de nossos problemas, nunca corrigiremos nosso casamento enquanto não arrependermos (Lucas 13:3; Atos 17:30; 2 Pedro 3:9).

Peça perdão pelo pecado (confesse-o).
Lucas 17:3-4 — Se pecamos, temos que dizer "Arrependo-me". Algumas vezes percebemos que estávamos errados, mas não queremos admiti-lo. Enquanto não fazemos isso, aqueles a quem prejudicamos não podem saber que nos arrependemos.

Mateus 5:23-24 — Quando prejudicamos alguém, precisamos procurá-lo e corrigir, ou Deus não aceitará nossa adoração. Você tem reparado as ofensas que tem feito à sua família?

Tiago 5:16 — Temos que confessar nossos pecados uns aos outros. Algumas vezes, as pessoas com quem temos que nos desculpar são aquelas mais íntimas. Pensamos que, se admitirmos erro, elas perderão o respeito por nós. Isto é simplesmente orgulho. mas o amor não é vaidoso (1 Coríntios 13:4).

Provérbios 28:13 — Aquele que encobre as suas transgressões jamais prosperará, mas aquele que as confessa e deixa, alcançará misericórdia.

Seja preciso. Não minimize, não dê desculpas, não escape da culpa, nem recrimine. Não diga, "Enganei-me, mas veja o que você fez!" Mesmo que você esteja convencido de que seu cônjuge também está errado, admita honestamente seu próprio erro e corrija-o primeiro. Não tente salvar as aparências. Não exija que o outro o perdoe nem lhe diga como deverá tratá-lo. Apenas se humilhe e peça desculpa. Mais tarde, talvez em outra oportunidade, discuta os erros que você crê que ele precisa corrigir.

Ore por perdão.
Atos 8:22 — Pedro disse a Simão [o mágico] para se arrepender e orar por perdão. Se pecarmos, precisamos confessar, não apenas ao nosso cônjuge, mas também a Deus.

1 João 1:9 — Ele é fiel e justo para nos perdoar, se confessarmos nossos pecados.

Quando você tiver pecado, você confessará humildemente a Deus e a seu cônjuge? (Mateus 6:12; Salmos 32:5).


Perdoe um ao outro.
Lucas 17:3-4 — Quando alguém pecou contra nós e confessa, temos que perdoar, mesmo sete vezes num dia, se necessário. O perdão é freqüentemente necessário nas famílias. O amor perdoa tantas vezes que for necessário.

Colossenses 3:13 — Precisamos perdoar do modo que Deus perdoa. Como queremos que Deus nos perdoe? Será que queremos que ele diga, "Já perdoei você bastante. Não me importa o quanto você esteja triste nem que tente muito, eu não perdoarei"? Queremos que ele nos perdoe, mas depois fique jogando isso isso na nossa cara e usando-o como uma arma contra nós?

Ilustração: Quando tribos indígenas fazem as pazes, elas simbolizam isso enterrando um machado. O ponto é que todos sabem onde ele está, mas ninguém iria desenterrá-lo e usá-lo para ferir outros. Portanto, o perdão não significa que não estamos mais atentos ao que aconteceu. Significa que não usaremos mais isso para ferir a outra pessoa.

Provérbios 10:12 — O ódio excita contendas, mas o amor cobre todas as transgressões. Como é sua família? Vocês se amam uns aos outros o bastante para admitir seus erros e então realmente perdoar como vocês querem que Deus os perdoe?
Veja, também, Mateus 18:21-25; 6:12,14,15; 5:7.

Desenvolva e execute um plano para corrigir o problema.
Muitos problemas estão profundamente enraizados, continuaram por longo tempo, ou causaram danos sérios. Alguns cônjuges confessam o mesmo velho pecado vezes e mais vezes, mas nunca tomam providências especiais para mudar sua conduta. Parece que eles pensam que tudo o que têm que fazer é admitir o erro de tempos em tempos!
Provérbios 28:13 — O que encobre suas transgressões jamais prosperará., mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia. Não importa quantas vezes confessamos um problema, ele não fica verdadeiramente resolvido enquanto não mudamos nossa conduta!

Mateus 21:28-31 — Jesus descreveu um filho que não fez o que seu pai mandou. Quando se arrependeu, teve que fazer o que tinha deixado de fazer. Quando nos arrependemos de erros, precisamos nos esforçar para ter certeza de que não serão repetidos. Pois hábitos permanentes, planejamento e esforço serão necessários para mudar nossa conduta.
Veja, também, Efésios 4:25-32; Mateus 12:43-45.

Atos 26:30 — Aquele que se arrepende deve produzir "frutos de arrependimento" ou fazer "obras dignas de arrependimento" (Lucas 3:8-14; Mateus 3:8). Isto inclui assegurar-nos de que não repetiremos o erro no futuro. Mas também inclui fazer o que pudermos para superar o dano causado por nossos atos errados no passado. (Conf. Ezequiel 33:14-15; 1 Samuel 12:13; Filemon 10-14,18,19; Lucas 19:8).

Quando um casal tem problemas antigos e profundamente estabelecidos, uma resolução precisa incluir acordo mútuo sobre o que os esposos pretendem especialmente fazer de modo diferente no futuro, para mudar a conduta. Eles precisam de um programa especial ou plano de ação, talvez até um que seja escrito.
Caminhos alternativos poderão ser discutidos. Os modos em que cada esposo pode ajudar o outro deverão ser acertados. Os acordos deverão incluir exatamente o que cada parceiro fará de modo diferente no futuro. Preferivelmente, estes deverão ser expostos de modo que permita que o progresso seja óbvio e possível de ser medido; deverá ser evidente quando as mudanças estão (ou não estão) sendo efetivadas. Então o casal deverá fazer promessas ou compromissos mais explícitos um ao outro, para efetivar estes atos.
Tiago 5:12 — Antes seja o vosso sim, sim, e o vosso não, não. Quando fazemos compromissos um com o outro, temos que fazê-lo conscientemente e temos que efetivar nossos compromissos. Temos que fazer as mudanças que prometemos fazer e cumprir o plano de ação com o qual concordamos. (Romanos 1:31, 32; 2 Coríntios 8:11).


10)Procure ajuda (se for necessária)
O procedimento que descrevemos resolverá a maioria dos problemas familiares sérios, se realmente amamos um ao outro e desejamos obedecer a Deus. Mas, e se claramente há pecado numa família e o procedimento acima foi tentado, e o problema ainda continua? A Bíblia nos diz para obtermos ajuda de outros cristãos.

Fale com um ou dois cristãos fiéis.
Gálatas 6:2 — Levem as cargas uns dos outros. A primeira fonte de ajuda deve ser outros cristãos. Alguns são muito embaraçados para aceitar que outros descubram seus problemas, mas um dos primeiros passos para superar um problema é admitir que o temos.

Tiago 5:16 — Confessem suas faltas um ao outro e orem um pelo outro. Algumas vezes outros cristãos têm tido experiência em lidar com um problema desses e podem dar a Escritura ou aplicação de que precisamos. Certamente, eles podem orar por nós. Por que cristãos com problemas espirituais buscam ajuda primeiro de conselheiros que nem mesmo são cristãos?

Mateus 18:15-16 — Se teu irmão peca contra ti, vai argüi-lo entre ti e ele só. Mas se isto não resolve, procure ajuda. Leve um ou dois cristãos com você.
Muitos pensam que esta passagem não se aplica a problemas familiares, mas por que não? Ela discute casos onde um cristão peca contra outro. Onde esta, ou passagens semelhantes, excluem da aplicação os membros da família? A maioria das Escrituras que citamos neste estudo foram de aplicação geral, não dizendo respeito especificamente à família, contudo todos podemos ver que deverão ser aplicadas à família. Por que este versículo não é a mesma coisa? (veja 1 Coríntios 6:1-11).

Apresente-o à igreja, e então se retire.
Mateus 18:16-17 — Esperamos que a mediação de um ou dois outros cristãos resolva o problema, mas se não, então a Bíblia diz para apresentar o assunto à congregação. Talvez o envolvimento de toda a igreja leve a parte culpada ao seu bom senso.

Se mesmo isto não resolver o problema, então aquele que está claramente em pecado precisa ser expulso (2 Tessalonicenses 3:15; 1 Coríntios 5; etc.).
Isto não quer dizer que devemos correr para a igreja para todo problema pessoal. Mas se o pecado está claramente envolvido e os esforços privados não levam ao arrependimento, Deus dá o modelo do procedimento. Em muitíssimos casos, o pecado continua em nossos lares porque somos demasiadamente orgulhosos ou tolos para seguir o caminho das Escrituras para buscar auxílio.

Conclusão
As Escrituras nos equipam para todas as boas obras, incluindo como resolver problemas em nossos lares. Há esperança para casamentos perturbados. Podemos resolver nossos problemas do modo de Deus. Se não fizermos assim, não temos ninguém a quem culpar, senão a nós mesmos.



ESTE TEXTO FOI TIRADO DA REVISTA ANDANDO NA VERDADE ANO DE 2000/ AUTOR: DAVID PRATTE

Resolvendo conflito matrimonial(Parte 2)



6)Expresse e mantenha compromisso com o casamento
Divórcio e separação não são opções.
Leia Romanos 7:2-3; Mateus 5:31-32; 19:3-9; 1 Coríntios 7:10-11. O casamento é um compromisso para a vida inteira. Pode-se divorciar escrituralmente de um companheiro somente se ele ou ela tiver cometido fornicação. Se nos divorciarmos em desacordo com as Escrituras, temos que buscar reconciliação com nosso cônjuge ou permanecer solteiro. Novo casamento não é uma opção.
Obviamente, você não vai querer nunca que seu cônjuge cometa adultério, daí se segue que cada um tem que esperar sinceramente que o casamento continue.


1 Coríntios 7:2-5 — Uma vez que a união sexual é correta somente dentro do casamento (Hebreus 13:4), marido e mulher têm que satisfazer, um ao outro, os desejos de afeição sexual. Eles não devem separar-se voluntariamente, exceto por consentimento mútuo ou temporariamente, por motivos espirituais.
Às vezes, casais perturbados resolvem separar-se. A separação causa não somente tentação sexual, mas enfraquece o compromisso matrimonial e aumenta a possibilidade de divórcio. Dúvidas de um sobre a conduta do outro e motivos aumentam. Os problemas não podem ser discutidos e resolvidos.
A Bíblia exige, evidentemente, que ambos os esposos vejam o matrimônio continuamente como compromisso.
Expresse seu compromisso com o casamento.
Algumas pessoas dirão:
"Eu gostaria de nunca ter-me casado com você."
"Eu gostaria que você tivesse morrido."
"Eu deveria ter-me divorciado de você há muitos anos."
"Se isto não parar, vou procurar um advogado."
"Estou saindo, e não sei se voltarei."
Na ausência de base bíblica para o divórcio, todas essas afirmações são pecaminosas, porque destroem a segurança e o compromisso do casamento. Elas não exprimem amor, mas são usadas como arma para ameaçar e agredir o cônjuge.
Não somente é pecaminoso praticar o erro, também é pecaminoso desejar praticar o erro ou ameaçar cometer o erro.
Provérbios 4:23 — As fontes da vida procedem do coração. Pecamos porque permitimo-nos pensar e falar sobre nosso desejo de pecar. Veja também Mateus 5:21,27,33-37, etc.


Mateus 12:35-37 — A boca fala conforme a abundância do coração. Seremos justificados ou condenados pelas nossas palavras.


Na ausência de base bíblica para o divórcio, os cristãos jamais devem fazer qualquer coisa que aparente justificar ou levar a separação ou divórcio. Em vez disso, devem deliberadamente expressar e promover o compromisso. "Eu realmente amo você. Quero tentar resolver nossos problemas, e quero que tenhamos um bom casamento."

7)Expresse apreciação e louve pelo que é bom
Filipenses 4:6-7 — Sejam conhecidas diante de Deus as suas petições, com ações de graças. Mesmo quando estamos preocupados com nossos problemas, precisamos lembrar-nos de sermos agradecidos por nossas bênçãos.

Freqüentemente, em tempos de desavenças, ficamos tão agastados com nosso cônjuge, que deixamos de expressar apreciação pelas boas qualidades que ele tem. Isto tende a aumentar desproporcionalmente o problema.
Os esposos devem expressar apreciação por suas esposas.


Gênesis 18:22 — Não era bom o homem ficar só, por isso Deus fez a mulher para ser uma companheira para ele. A mulher que desempenha o papel que Deus lhe deu é boa para o esposo. Ela foi criada por Deus justamente para esse fim.

Provérbios 18:22 — Aquele que encontra uma esposa encontra uma boa coisa e obtém favor de Deus. Portanto, os esposos digam isso.

Provérbios 12:4 — Uma mulher digna é a coroa de seu esposo. Se assim é, então que o esposo expresse sua apreciação por ela (Provérbios 19:14; 31:10).


1 Pedro 3:7 — O esposo deverá honrar sua esposa. Contudo, muitos esposos criticam mais do que honram. Com que freqüência você deliberadamente diz ou faz alguma coisa com a intenção de honrar sua esposa? Deve ela se considerar honrada simplesmente porque já se passaram alguns minutos desde a última vez que você a insultou?


Provérbios 31:28-31 — Uma mulher digna deverá ser louvada por seu esposo. Você louva sua esposa quando ela prepara uma refeição, limpa a casa, cuida dos seus filhos, ou cumpre as responsabilidades dela como uma cristã? Ou você só critica, quando você pensa que ela erra?

Um esposo freqüentemente tem um sentimento de satisfação e realização pelo seu trabalho. Ele recebe pagamento regularmente e promoções ocasionais. Mas a esposa trabalha dia após dia em casa com a família. Se o esposo não expressar apreciação, a esposa ainda encontrará um sentimento de realização vendo seus filhos se desenvolverem, e em saber que, acima de tudo, Deus está apreciando. Mas ela terá um sentimento muito maior de segurança e de ser indispensável se seu esposo lhe disser que aprecia o que ela faz.
Deus nos diz para louvarmos nossas esposas quando elas fazem o bem. Se o fizermos, ela achará mais fácil cumprir o seu papel como dona de casa submissa.
As esposas devem expressar apreciação por seus esposos.


Romanos 13:7 — Todos os cristãos devem honrar a quem a honra é devida. Este é um princípio geral. Ele ensinará os esposos a honrar suas esposas, mas também ensinará as esposas a honrar seus maridos.


Efésios 5:33 — Porque o esposo é a cabeça da esposa (versículos 22-24), ela deverá respeitá-lo (reverenciá-lo). Certamente, isto inclui expressar apreciação por ele.

Senhoras, se seu esposo trabalha todos os dias no seu emprego para sustentar você e a família, com que freqüência você lhe diz que o aprecia? Ou você pega o salário dele e o gasta sem uma palavra de agradecimento? Quando ele faz um trabalho braçal pela casa para você, ou gasta parte do seu tempo com os filhos, ou cumpre seu papel como um homem cristão, você lhe diz que o aprecia?
Provavelmente a maior necessidade que a esposa tem é uma sensação de segurança sabendo que é amada e indispensável. Provavelmente a maior necessidade que o homem tem é a sensação de valor pessoal ao saber que é respeitado e admirado. Ambas estas necessidades são satisfeitas se esposo e esposa expressarem apreciação um pelo outro.
Se você estiver com raiva e aborrecida com seu cônjuge, faça estas duas coisas: ì Faça uma lista honesta de cada boa qualidade que ele possui e de cada boa obra que ele faz. Faça-a tão completa quanto você puder. í Depois, a cada dia, tome a firme disposição de expressar amor ao seu companheiro. Encontre alguma coisa especial que ele fez e expresse sua apreciação por isso. Isto ajudará significativamente quando chegar o tempo de discutir seus problemas, e também fará com que seus problemas pareçam muito menos sérios.

8)Discuta o problema
Disponha-se a dialogar.
Algumas vezes um cônjuge fica com tanta raiva que se recusa a conversar. Alguns homens pensam que têm o direito de tomar decisão sem discussão.

O esposo deverá estar disposto a considerar os pontos de vista de sua esposa.
Efésios 5:25-33 — O esposo é cabeça como Jesus é cabeça da igreja. Mas Deus ouve nossos pedidos em oração (Filipenses 4:6).


Efésios 5:28-29 — O esposo deve amar sua esposa como ele ama ao seu próprio corpo, mas o corpo comunica suas necessidades à cabeça para que ela tome as decisões de acordo com o que é melhor.

Tiago 1:19 — Todo homem deverá ser pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para irar-se.


1 Pedro 3:7 — O esposo tem que tratar sua esposa com compreensão. Mas, desde que os homens não são leitores de pensamentos, isto requer ouvir aos pontos de vista dela (veja Mateus 7:12).


Se o pecado está envolvido, ambas as partes têm que discutir.
Lucas 17:3-4 — Aquele que acredita que o outro pecou, deve repreendê-lo. Isto certamente se aplica no lar como em qualquer lugar (Levítico 19:17, 18; Mateus 18:15; Provérbios 27:5, 6).

Mateus 5:23-24 — Aquele que for acusado de pecado deve estar disposto a conversar para procurar reconciliação. Outra vez, isto seguramente se aplica no lar.


Observe que a pessoa que crê ter sido ultrajada e a pessoa que é acusada de fazer o mal estão, ambas, obrigadas a discutir o assunto. Se o conflito no lar deve ser resolvido, ele precisa começar pela discussão. "Calar a boca" não é uma opção.
Observe, contudo, que a "hora" adequada para discutir também é importante. Discutir na frente das crianças ou quando você estiver extremamente irritado pode não ser bom. Se for assim, não "cale a boca" somente. Em vez disso, concorde em discutir mais tarde o assunto, e acerte uma hora quando você o discutirá. Marque um encontro e cumpra-o!
(Mateus 18:15-17; Provérbios 10:17; Gálatas 6:1; Provérbios 13:18; 15:31, 32; 29:1; 25:12; 9:8; 12:1).

Falem para resolver o problema, não para ferir um ao outro.
Mateus 5:24 — A meta é reconciliar-se, não ferir as pessoas. Freqüentemente estamos querendo falar, mas somente com o propósito de impor nossa vontade. Procuramos conseguir uma vitória, provar que a outra pessoa está errada, etc. O propósito deverá ser encontrar uma solução nas Escrituras (Levítico 19:18).

Romanos 12:17,19-21 — Não retribua o mal com o mal, nem busque vingança, mas retribua o mal com o bem. Algumas vezes um casal começa a tentar resolver um problema, mas um insulta o outro, então o outro replica com outro insulto. Logo a meta se torna ver quem pode ferir mais a outra pessoa.


Muitas discussões terminam sendo brigas, porque deixamos que o problema se torne uma oportunidade para atacar um ao outro. Discuta o problema para resolvê-lo, não para ferir os sentimentos um do outro.
Quando apresentar um problema, introduza-o objetivamente e mantenha o foco sobre o problema específico. "Querida, há um problema sobre o qual precisamos conversar..." Não amplie o problema para atacar o caráter da outra pessoa. Evite dizer "Você é mesmo egoísta, isso é que é," ou "Por que você não pode ser como a esposa de Fulano"?

Ouça o ponto de vista de seu cônjuge.
Uma "discussão" exige que ambos ouçam e falem. Na prática, contudo, muitos cônjuges só querem expressar seus próprios pontos de vista.
Tiago 1:19 — Cada homem deve ser rápido no ouvir, tardio no falar, tardio em irar-se. Não entre na discussão achando que a outra pessoa não tem razões válidas para seu ponto de vista. Devemos ser rápidos no querer ouvir, e tardios para apresentar nossos pontos de vista, especialmente quando estamos irados.

Sugestão: Comece a discussão convidando seu cônjuge a explicar seu ponto de vista. Não comece atacando a posição que você acha que ele mantém e defendendo seu próprio ponto de vista. Comece fazendo perguntas destinadas honestamente a ajudar você a entender o que ele pensa. "Você poderia explicar-me porque você fez isso, desse modo...?" "Você não pensou em fazer assim?" Pode ser que ele tenha considerado sua idéia e tem alguns motivos válidos para preferir outra abordagem.
Não domine a discussão. Deixe a outra pessoa expressar seus pontos de vista. Você aprecia quando outros só atacam seus pontos de vista, mas recusam-se a ouvir o que você tem a dizer? "Ame a seu próximo como a si mesmo," e o trate como você gostaria de ser tratado (Mateus 7:12).

Examine honestamente a evidência.
João 7:24 — "Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça."


Procure honestamente conhecer os fatos; talvez a outra pessoa não tenha feito o que você pensa que ela fez. Pergunte pelas razões pelas quais a outra pessoa mantém seu ponto de vista. Talvez ela tenha razões que você não considerou.
Só então apresente evidência para seu ponto de vista. Não faça ataques e acusações. Não salte para conclusões nem aponte motivos. Se você não tiver prova, faça perguntas. Não faça acusações a menos que tenha prova. Reconheça a obrigação de provar o que você diz ou então não o diga!


Mateus 18:16 — Pela boca de duas ou três testemunhas cada palavra pode ser estabelecida. (Atos 24:13). Não considere seu cônjuge culpado de mal feito enquanto a evidência não estiver clara. Não o condene na base de opinião ou de aparências inconsistentes, porque você não vai querer que ele o condene nessa base.

João 12:48; 2 Timóteo 3:16-17 — As Escrituras têm que nos guiar em matérias de certo e errado. Elas nos julgarão no último dia. Se há princípios bíblicos relativos ao assunto, os cônjuges devem estudá-los juntos.


Examine honestamente sua própria conduta, motivos, etc.
Considere honestamente a possibilidade de você estar errado, ou que você possa, ao menos, ter contribuído para o problema. Não encontre defeito apenas em seu cônjuge. Talvez você possa melhorar.
Gênesis 3:12-13 — Quando o primeiro casal pecou, Deus os confrontou. O homem culpou a mulher e a mulher culpou a serpente. Todos erraram, mas nenhum deles queria admitir seu erro. Isto é típico. Mesmo quando somos culpados, queremos que outros agüentem ou partilhem a culpa. "Olhe o que ele, ou ela, fez!"

Provérbios 28:13 — "O que encobre suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia." Se uma família tem problemas sérios, quase invariavelmente há pecado, mas o culpado, ou culpados, culpam outros, tentam justificar, etc. (2 Coríntios 13:5).

O orgulho evita que reconheçamos e admitamos nossa culpa. A maioria das pessoas, quando estuda um tópico como este, pode pensar em montes de pontos que se aplicam a seus cônjuges, e que tal você?
Honestidade e humildade levam-nos a buscar a verdade e a admitir quaisquer erros que tenhamos cometido. E lembre-se, mesmo se não estamos convencidos de ter causado um problema, o amor nos leva a querer envolver-nos e ajudar a resolvê-lo. (1 Tessalonicenses 5:21; Salmos 32:3, 5; Gálatas 6:1).

Seja paciente e domine seu temperamento.
1 Coríntios 13:4 — O amor é paciente. Ficamos facilmente irritados quando um assunto não é resolvido rapidamente. Resolver alguns problemas pode levar muito tempo, melhorando gradualmente. Não desista. Não espere que seu cônjuge mude da noite para o dia. Dê-lhe tempo (Romanos 2:7; Gálatas 6:7-9; 2 Tessalonicenses 3:5).


Provérbios 18:13 — Responder a um assunto antes que tenhamos ouvido completamente, é tolice. Às vezes estamos prontos para julgar um assunto antes que tenhamos meditado sobre ele do começo até o fim. Não tome decisões precipitadas.


Não pense que você pode chegar a uma decisão final na primeira vez em que um assunto aparece. Dê tempo a você e a seu cônjuge para pensar sobre o que foi discutido. Se sua discussão inicial não leva a uma solução, peça tempo para pensar sobre ela. Prometa discuti-la novamente mais tarde. É mais provável que você chegue a uma conclusão racional, e seu cônjuge saberá que você levou o assunto a sério.

Provérbios 15:1 — Uma resposta delicada afasta a ira, mas uma palavra áspera atiça a raiva. Não permita que seu temperamento faça você perder sua objetividade e recorra a ferir a outra pessoa. A raiva não é necessariamente pecaminosa, mas pode ser dominada, de modo a não nos levar ao pecado (Efésios 4:26; Tiago 1:19-20).



ESTE TEXTO FOI TIRADO DA REVISTA ANDANDO NA VERDADE ANO DE 2000/ AUTOR: DAVID PRATTE

Resolvendo conflito matrimonial(Parte 1)


Introdução
Toda família tem desacordos. O casal que nunca tem conflitos não existe. Infelizmente, conflitos podem levar a brigas sérias. Uma briga séria é aquela que desune esposo e esposa, mas nunca resolve a causa do problema. Como resultado, casais acumulam amargura, rixas, raiva descontrolada, ódio e, freqüentemente, divórcio.
O que falta a muitos casais é habilidade para discutir os desacordos e resolvê-los. Na verdade, falta-lhes a capacidade para discutir problemas sérios, chegar a um plano para resolvê-los e, então, pôr em ação esse plano. Eu ressalto que esta é uma habilidade que muitas pessoas simplesmente nunca aprenderam, mas que pode ser aprendida.
O propósito deste estudo é aprender o que a Bíblia diz sobre como resolver conflito no casamento.
Estamos preocupados com conflitos em geral, mas especialmente com conflitos sérios, que destroem a relação entre esposo e esposa, e que podem levar ao divórcio.
Considere os passos seguintes, que podem ajudar casais a evitar ou a resolver tais problemas sérios.

1)Tenha fé
Muitos casais têm brigado e altercado tanto tempo que perderam a esperança de que as coisas jamais melhorem. Eles se resignam a continuar altercando e se odiando o resto de suas vidas, ou terminam o casamento pelo divórcio.
Os casais precisam crer que, pelo poder de Deus, eles PODEM resolver seus problemas de casamento se ambas as partes quiserem realmente trabalhar nisso.
Filipenses 4:13 — Tudo posso naquele que me fortalece. Se confiarmos em nós mesmos, podemos falhar. Mas precisamos acreditar que Jesus nos proverá a força de que precisamos para agradar a Deus.
Pensamento cuidadoso nos convencerá que conflito sério no casamento não é vontade de Deus para nós. Deus criou o casamento para o bem do homem e da mulher. Ele nunca pretendeu que o casamento fosse uma fonte de ódio e de amargos ressentimentos.
Ódio, altercações amargas e desunião em nossos lares significam que alguém está desobedecendo a Deus.
O problema começou porque alguém desobedeceu a Deus ou o problema original levou alguém a cometer outros atos pecaminosos. Em ambos os casos, problemas matrimoniais sérios quase sempre envolvem pecado.
Se é assim, então podemos superar os problemas pelos mesmos métodos que a Bíblia descreve para superar outros pecados! Reconhecer que o pecado é a raiz do problema dá esperança, porque o cristão sabe que Deus tem a solução para o pecado.
Contudo, o casamento envolve duas pessoas. O problema entre duas pessoas pode ser completamente removido somente se ambas as partes estiverem querendo trabalhar nele. Se somente uma das pessoas obedece a Deus, a outra pessoa pode manter o problema vivo.
Porém, se seu cônjuge não trabalhar para melhorar o casamento, isto não remove sua responsabilidade por fazer o que você puder.
Para agradar a Deus, você tem que seguir sua vontade, não importa o que seu cônjuge faça. Você tem que acreditar que você pode agradar a Deus, não importa como os outros ajam.

1 João 5:4 — Se somos nascidos de Deus, nós superamos o mundo por meio da fé. Isto inclui superar relações familiares inadequadas, mas temos que crer que isso pode ser feito pelo poder de Deus.

Se ambas as partes se incumbem de praticar o plano de Deus, qualquer casal pode eliminar o pecado de seu casamento. E não importa se seu cônjuge obedece a Deus ou não, você ainda pode agradar a Deus se você seguir os passos que já vamos descrever.
(1 Coríntios 10:13; 2 Coríntios 9:8; Josué 1:5-9; Efésios 3:20, 21).


2)Ore pela força que Deus dá
Filipenses 4:6-7 — Não fique ansioso, mas por oração e súplica leve seus pedidos a Deus. Os cristãos deverão fazer isto para todos os seus problemas, mas especialmente para seus problemas matrimoniais. Se tivermos fé adequada no poder de Deus, oremos diligentemente pelos nossos problemas matrimoniais.

1 João 5:14 — Confie em que, se pedirmos de acordo com sua vontade, ele nos ouvirá (Mateus 6:13; 1 Pedro 5:7).

Quando temos problemas matrimoniais, especialmente os que são sérios, precisamos crer que Deus corresponderá à oração. Se tanto esposo como esposa são cristãos fiéis, então eles deverão passar mais tempo juntos e individualmente, orando pela ajuda de Deus nos seus problemas.
Lembre-se, contudo, que Deus responde de acordo com sua vontade. Se o cônjuge não é cristão ou não é fiel, então Deus não o forçará a proceder corretamente. Ele pode, contudo, dar-lhe oportunidade de aprender sua vontade para sua vida.
Quando sua família enfrenta problemas sérios, quanto vocês oram a Deus juntos e confiam no seu poder para responder a seus pedidos?

3)Respeite a autoridade da Bíblia
Siga a Bíblia, em vez de sentimentos, sabedoria humana, etc.

Provérbios 3:5-6 — Confie no Senhor e deixe que ele guie seus passos. Não se apóie em seu próprio conhecimento humano. Muito freqüentemente, casais preocupados buscam fontes de orientação fora da Bíblia.
Algumas pessoas seguem psicólogos, conselheiros matrimoniais, etc. Outros são guiados pelos sentimentos. Pessoas se divorciam dizendo, "Não sinto mais nada por ela (ou ele)." Mas nenhuma quantidade de sentimentos pode mudar o que a palavra de Deus diz.

2 Timóteo 3:16-17 — As Escrituras provêm para todas as boas obras. Se resolver um conflito matrimonial é uma boa obra, então a Bíblia nos dirá como fazer isso. Outras pessoas podem ajudar, mas precisamos rejeitar quaisquer idéias que não concordem com a Bíblia.
A maioria de nós aceita este ponto de vista da autoridade no que diz respeito à salvação, adoração, organização da igreja, etc. Por que seria diferente a respeito de nossos lares?
(2 Pedro 1:3; Jeremias 10:23; Provérbios 14:12; etc.)


4)Estude o que a Bíblia diz sobre seu problema.
Salmo 1:2 — O homem justo se deleita com a lei de Deus e medita nela dia e noite. Se realmente acreditamos que a Bíblia tem as respostas, temos que estudar o que ela diz. Isto é o que faríamos sobre qualquer outro problema espiritual. Por que fazer de outro modo com respeito a problemas de família?

Atos 17:11 — Os crentes de Beréia aprenderam a verdade examinando as Escrituras dia e noite. Precisamos fazer o mesmo quanto a nossos problemas familiares.
Esteja disposto a obedecer a Bíblia.


Mateus 7:24-27 — O homem prudente não somente ouve o que a palavra de Deus diz, mas também faz. O tolo ouve, mas não obedece.
Se crermos que a palavra de Deus contém as respostas para nossos problemas conjugais, precisamos estar determinados a fazer o que ela diz, e não apenas a aprender o que ela diz.


5)Respeite o padrão da Bíblia como autoridade no lar
Efésios 5:22-24 — A esposa precisa submeter-se ao seu esposo, assim como ao Senhor.

1 Pedro 3:1 — Ela precisa obedecer ao seu esposo mesmo que ele não esteja servindo a Deus. Uma esposa pode pensar que ela pode desobedecer ao seu esposo se ele cometer pecado, mas Deus diz que ela ainda precisa obedecer. Ela pode desobedecer somente se seu esposo pedir que ela cometa pecado (Atos 5:29).


Veremos que o esposo também tem indicações dadas por Deus para seguir quando ele toma decisões. Freqüentemente o conflito começa ou continua sem solução porque o esposo desobedece aos ensinamentos da Bíblia sobre como tomar decisões ou porque a esposa desobedece aos ensinamentos da Bíblia sobre submissão.
Resolver conflitos requer que sejam tomadas decisões. Deus proveu um modo de tomar essas decisões. Esposos precisam de prudência para tomar decisões de acordo com as direções de Deus, e precisam de coragem para tomar até as decisões duras. Então precisam de força para ver que essas decisões sejam efetivadas. E as esposas precisam de força e de humildade para aceitar essas decisões.
(Tito 2:5; Colossenses 3:18; etc.)


6)Aja com amor
Os maridos deverão amar suas esposas como Cristo amou a igreja (Efésios 5:25,28,29). As esposas deverão amar seus maridos (Tito 2:4).
O amor é a preocupação com o bem estar de outros.

Efésios 5:25,28,29 — O amor de Jesus pela igreja ilustra o amor que os esposos deverão ter por suas esposas. Ele nos amou tanto que deu sua vida para que pudéssemos ser salvos. Assim o esposo deverá preocupar-se com o bem estar da esposa. Ele deverá alimentá-la e tratá-la com carinho. Ele não deverá usar sua autoridade só para agradar a si mesmo, mas para fazer o que é melhor para ela e a família.

1 Coríntios 13:5 — O amor não é egoísta.

Romanos 13:10 — O amor não obra nenhum dano para o seu próximo.

Enquanto um ou ambos os cônjuges insistirem egoistamente no seu próprio caminho, diferenças não serão resolvidas. Problemas sérios podem ser resolvidos somente quando queremos buscar o bem estar de outros, além do nosso próprio.
O amor é uma decisão da vontade.

Efésios 5:25,28 — O amor pode ser governado, porque é matéria de vontade. Podemos decidir amar ou não, assim como podemos decidir obedecer ou não a qualquer outro mandamento.

Alguns pensam que o amor apenas acontece, e não pode ser dominado: você "se apaixona" ou deixa de amar. Assim, se um casal "simplesmente não ama mais um ao outro," nada pode ser feito exceto obter um divórcio. Mas quando percebemos que podemos decidir amar, percebemos também que podemos pôr amor num casamento. E se fracassamos em pô-lo, pecamos.
Ainda mais, assim como Cristo iniciou o amor pela igreja quando éramos pecadores que não agiam amorosamente para com ele, assim é a responsabilidade primeira do esposo iniciar o amor. O mandamento é ressaltado para o homem. Ele tem que amar a esposa primeiro e pôr amor na relação, como Cristo primeiro amou a igreja.

Romanos 5:6-8 — Cristo amou-nos enquanto ainda éramos pecadores, não porque éramos tão amáveis que ele não pôde se conter. Ele decidiu fazer o que precisávamos que fosse feito.

Lucas 6:27-28 — Somos mandados amar nossos inimigos. Amar ao próprio inimigo é mais ou menos o que custaria pôr amor em alguns casamentos! Mas amamos inimigos, não porque incontrolavelmente "nos apaixonamos", mas porque decidimos fazer o que é melhor para eles.

A declaração "Eu simplesmente não o/a amo mais" é uma confissão de pecado! É preciso arrepender-se dela e corrigi-la como um ato da vontade!
Quando discordâncias sérias se acumulam no casamento e não são resolvidas, um ou ambos os cônjuges não está decidindo mostrar amor.
O amor precisa ser expressado em ação.
O amor deverá ser expressado pelo que dizemos.

Efésios 5:25 — Os esposos deverão amar como Cristo amou a igreja. Mas Cristo afirma seu amor pela igreja (Efésios 5:2; João 3:16). Assim, os esposos deverão expressar amor um pelo outro em palavras.

Isto não exige um "sentimento" avassaladoramente romântico, que jorra e não pode deixar de ser expressado. Estamos discutindo o amor por decisão da vontade.
Podemos e devemos afirmar, pela decisão da nossa vontade: "Quero que você saiba que ainda a amo, estou empenhado neste casamento e em seu bem-estar."

O amor deverá ser expressado pelo que fazemos.

1 João 5:2,3 — O amor a outros exige que amemos a Deus e guardemos seus mandamentos. Guardar os mandamentos de Deus é amar a Deus.

1 João 3:18 — Não devemos amar só por palavras, mas por atos e em verdade. Isto é um princípio vital em cada lar. Devemos dizer coisas amáveis, mas só isso não é o bastante. Temos que agir em amor.

(Lucas 10:25-37; 6:27, 28).

O amor exige dar e dedicação.
Dar a si mesmo é a essência do amor.
João 3:16 — Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito.

Efésios 5:25 — Jesus amou a igreja e deu-se por ela.

1 João 3:14-18 — Se vemos nosso irmão em necessidade e não lhe damos o que é necessário, não temos amor.
Romanos 12:20 — Amar o inimigo exige dar de comer e de beber quando necessário.


Uma exigência básica para resolver desacordos familiares é vontade de darmos a nós mesmos pelo bem de outros.
É típico. O cônjuge se recusa a mudar porque está contrariado por alguma coisa que o outro fez. Se fôssemos ver a situação honesta e objetivamente (como se fosse problema de outra pessoa), admitiríamos que faríamos de modo diferente. Mas recusamo-nos a mudar por causa de algum hábito ou característica que não gostamos em nosso cônjuge.
A lição fundamental do amor de Cristo é que devemos desistir de nossos próprios desejos pelo bem de outros, mesmo quando eles não estão agindo da maneira que pensamos que eles deveriam. Não diga, "Eu mudarei se ele ou ela também mudar." Se uma ação é boa para outros, faça-a, não importa o que eles estão fazendo. Se temos estado errados, admitamo-lo, não importa se eles admitiram seus erros.
Mesmo se estivermos convencidos de que não somos a raiz de um problema, devemos perguntar-nos honestamente o que podemos fazer para melhorá-lo. Isto não significa ignorar o pecado. Jesus não causou nosso problema de pecado e não transigiu com o pecado, mas ele sacrificou-se para prover uma solução para o problema do pecado. Ele não foi enviado apenas para criticar-nos pelo nosso pecado, mas tornou-se envolvido para prover uma solução. Ele não fez tudo por nós, mas certificou-se de que tínhamos um modo pelo qual podemos superar nosso problema.
Um cônjuge freqüentemente criticará: "É culpa dele (ou dela), então que ele (ou ela) resolva". Mesmo se isso for verdade, ajuda? Em vez disso, pense, "O que posso oferecer para fazer — como posso envolver-me — para ajudar a resolver este problema?" Em vez de dizer, "Por que você não faz isto?" diga "Por que nós não trabalhamos juntos nisto?"
Enquanto nenhum esposo der o primeiro passo para desistir do que quer, a desavença continuará. Quando alguém quer consentir pelo bem do grupo, uma partida foi dada para a resolução do problema. Quando ambos querem consentir pelo bem do grupo, uma solução será definitivamente encontrada.
O esposo tem a palavra final, mas não poderá fazer só o que ele quer. Ele tem que pôr de lado seus próprios desejos e fazer o que é melhor para o grupo. A esposa não poderá insistir no que ela quer, mas tem que consentir e submeter-se às decisões do esposo.

(1 João 4:9, 19; Atos 20:35; Lucas 10:25-37)