RÁDIO ON LINE

Parceiros ou Seguidores, na Verdade AMIGOS

MARCADORES POR GRUPOS DE MENSAGENS

ON LINE

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

ESTA MENSAGEM FOI POSTADA PELA IRMÃ HELOÍSA, CUIABÁ/MT

MORTE NA PANELA.
II Rs: 4.38-44.

Introdução: Havia fome na terra. V: 38.
Naquele tempo uma cabeça de jumento custava 80 peças de prata e esterco de pombo por 5 peças de prata. Preço altamente caríssimo!
Eram alimentos indesejáveis, comparado ao Nordeste em época de seca, ratos salvaram muitas vidas. Misericórdia!
Os famintos comem qualquer coisa que lhe servem, assim também acontece com a fome espiritual.
Estão servindo “colocíntidas” nas épocas evangelistas. Parece saudável, mas é veneno! Os pregadores estão servindo sermões de autoconfiança e não da ajuda do alto. O ufanismo do triunfa lista está empestando nossos púlpitos.
Prosperidade material quando deveria ser salvação, tem sido a mensagem principal, o alvo é o sucesso e não a transformação de vidas.
Igreja não é mercado! Não é loja!
A igreja hoje cresce em número, mas decresce em credibilidade. Tem extensão, mas não tem profundidade. A superficialidade é sua marca!
O que é um sermão? São 40 minutos para ressuscitarem mortos!
A natureza da mensagem bíblica não pode ser alterada.
A nossa maior necessidade como igreja não é de homens famosos, de testemunho de famosos convertidos, mas homens que como Eliseu possam serem chamados de homens de Deus, que façam cessar a morte na panela.
Jesus vai transformar a morte em vida. A farinha do evangelho de Cristo irá arrancar da morte da panela.
Aviva Senhor a tua igreja!
Precisamos de uma nova reforma!
“Transformai-vos pela a renovação do vosso entendimento e não vos conformeis com este mundo!” Rm: 12.2.

Vejamos algumas verdades do texto lido:
1– “A morte da panela” pode está até mesmo em uma estrutura religiosa sólida.
1.1 – O acontecido deu-se na casa dos profetas, uma instituição sólida da época.
1.2 – A nossa geração pragmática afirma que onde existe crescimento é porque Deus está presente ou é obra de deus.
1.3 – O pragmatismo não se interessa pela a verdade, mas pelo o que funciona, não pelo o que é certo, mas pelo o que dar certo. A ênfase é no resultado e não na fidelidade.
1.4 – Deus não está em busca de admiradores e sim de adoradores e discípulos. Ele não busca platéia, mas discípulos que carreguem a cruz.
1.5 – Se o crescimento numérico fosse o único aferi dor das benções de Deus o islamismo seria uma grande obra de Deus, nos últimos 50 anos cresceu 500% e o cristianismo apenas 47%.
1.6 - O pragmatismo teológico dos nossos dias é um veneno da panela da igreja. Farinha da Palavra nele!
1.6 – Nem tudo que dá certo é certo. Exemplo: Moisés feriu a rocha, deu água, mas desagradou a Deus. Nm: 20.11.
1.7 – Confissão positiva, amarrar os espíritos territoriais com urina ungida, dar ordem a anjos, isto é colocíntidas, isto é veneno. O paraíso não é aqui!
1.8 – O veneno mata mais que a fome! Farinha nele!

II – Uma boa intenção não transforma a natureza do alimento que recebemos.
2.1 – O discípulo que colheu as colocíntidas não sabia que elas eram venenosas, mas isto não alterou o resultado.
2.2 – Mentira com aparência de verdade é um veneno muito perigoso.
2.3 – O veneno religioso é sinal do fim dos tempos disse Jesus. Mt: 24.3.

III – Um ingrediente venenoso compromete todo o alimento.
3.1 – Uma pessoa fica desnutrida de duas formas: comendo pouco ou comendo coisas erradas.
3.2 – Uma heresia não é apenas negação de uma verdade, mas também ênfase exagerada em um ponto da verdade, ela então pode ser deturpada.
3.3 – “Toda adversidade é obra de demônios”. Adultério deixou de ser obra da carne e passou a ser chamado de “espírito de adultério” obra de demônio.
3.4 – A Bíblia fala de maldição, mas estão dando tanta ênfase que até parece que se esqueceram de Rm: 8.1!

IV – A morte na panela pode ser transformada em bênçãos de milagres.
4.1 – Com discernimento espiritual. Descobriram que havia morte na panela, em tempo oportuno. V: 40. Precisamos dos dons espirituais!
4.2 – A presença de homens de Deus. No comando da obra de Deus não se permitirá o avanço da morte na panela. Homens e mulheres compromissadas com Deus a com a sua Palavra é a solução para tirar o veneno na panela da Igreja. Ainda bem que Eliseu estava ali!
4.3 – “Trazei a farinha”. O verdadeiro evangelho pregado o veneno será retirado. A Palavra de Deus e poderosa e infalível.
4.4 – A provisão. O milagre da fé. V: 42 – 44.
4.5 – “Eu sou o pão vivo que desceu do céu”. (Jo. 6.51). Se alimente deste pão. É provisão de Deus!


Conclusão:
Anseio por uma igreja que seja temida no inferno, amada no céu e conhecida na terra pela a sua vida de santificação pelo o sangue de Jesus.
Que a mensagem do arrependimento de pecados volte com mais ênfase aos nossos púlpitos.
A morte será transformada em vida, em milagres em nome de Jesus com a pregação ungida e plenamente bíblica.
Que os postulados da reforma sejam novamente pregados com mais ênfase.
Somente as Escrituras.
Somente pela fé.
Somente pela graça.
Glória somente a Deus e no seu Cristo maravilhoso.
O paraíso não é aqui, esperamos novos céus e nova terra!
Ora vem Senhor Jesus!


PR. LUCIANO JORGE

ESTA MENSAGEM FOI POSTADA PELA IRMÃ HELOÍSA, CUIABÁ/MT

O IRMÃO MAIS VELHO
Lc: 15.25-32.

Introdução:
Obediência por obrigação gera frustração.
Obediência sem alegria gera infelicidade.
Obediência sem amor gera legalismo vazio e fraco.
 
I – O irmão mais velho estava indignado com a volta do seu irmão. V: 28.
Ouviu música e não se alegrou. V: 28.
Veio a festa e não entrou. V: 28.
Escravo das leis: V: 29.
Legalista não ama, não aproveita bem a vida!
 
II – O irmão mais velho não tinha consciência dos seus direitos.
O vs: 29 dizem: “Nunca me deste um cabrito!”.
Sempre estas comigo!
 Somos c o-herdeiros com Cristo. Somos filhos! Rm: 8.16,17.
 
III – O irmão mais velho era um murmurador e não um adorador.
“Nenhum cabrito me deste!” “Este teu filho!”.
Acabe coma murmuração na sua vida ou então ela acabará com você. I Co: 10.10; Fl: 2.14.
O murmurador é uma pessoa infeliz e frustrada.
 
IV – O irmão mais velho não conhecia o caráter do Pai.
Tudo que é meu é teu!
Tu sempre estas comigo!
Deus é amor. I Jo: 4.8.
Qual é o retrato que você tem de Deus?

Conclusão:
Vamos sacrificarmos mais cabritos e fazemos mais festa!
Cristianismo é vida com abundância! Jo: 10.10b.
Dança e músicas fazem bem a saúde. Participe da festa da graça!


PR. LUCIANO JORGE.

PARA MEDITAR, POSTAGEM DO GRANDE AMIGO PR. WILSON THINONIN DO BRASIL PARA CRISTO EM LONDRINA/PR

SERÁ QUE VAI DAR CERTO?



Ora veja só que pergunta? Até nos parece piada. Neste tempo em que todos estão dizendo que não há dúvidas, vai dar certo, com certeza você vai conquistar, basta ter fé, a fé move montanhas, tudo é possível àquele que crê. Todas estas palavras dentro do contexto correto são verdades absolutas, porém tiradas de seu contexto, tornam-se perigosas e muitas vezes fatais para pessoas que estão com suas fibras emocionais destroçadas pelo sofrimento atroz, ano, após ano. Será que é assim mesmo, ou existe algo a mais que deveríamos examinar? A narrativa de João 21.1-14, nos dá a nítida impressão de que as coisas não são assim tão fáceis.
1º) nos versos 3 e 4, encontramos sete dos discípulos de Jesus reunidos, quando um deles, chamado. Pedro, tem então a idéia de voltar às redes, quem sabe a fim de tirar de sua cabeça o estresse vivido nos últimos dias e poder repensar a vida ou até desistir da pesca milagrosa de vidas humanas. A despeito de sua larga experiência em pescaria, passa-se a noite, e nada de peixe, nem se quer um lambarizinho. O que estava acontecendo? Simples: Não obstante serem discípulos do filho de Deus, o seu mestre precisava ensinar-lhes uma tremenda lição de vida e de dependência em sua palavra. Então, o insucesso deles não estava em outro lugar a não ser na ordem que Deus deu aos peixes que não entrassem naquela rede. Porventura muitas das vezes não tem acontecido o mesmo conosco em diversas ocasiões?
2º.) No verso 5, sem que eles percebessem surge na beira da praia uma pessoa a quem eles não reconhecem, que lhes grita dizendo:" - Moços, vocês pescaram alguma coisa?" - ou como se fosse outro pescador: "- Ei, rapazes, pescaram, apanharam algum peixe?" Jesus sabia o que estava fazendo. Ele os leva a confessar a mais triste experiência de um pescador - não pescar nada. O texto continua: - Nada - responderam eles. Que coisa séria isto, não? Quantas vezes a resposta demora tanto a vir, que parece que Deus está longe demais para nos ouvir. Os discípulos não sabiam o que estava acontecendo, mas era Jesus dando-lhes a última e a maior pescaria da vida deles. Não é uma questão de ter fé, ou não, assim como ter a pretensão de determinar o que Deus deve ou não fazer, o que temos a fazer é reconhecer que muitas das vezes estamos fora do propósito de Deus e por isso ele não responderá, ainda que venhamos a insistir com Ele.
3º) Para que tanta preocupação? Vai dar certo sim. No verso 6 nós encontramos o mestre, até então desconhecido dos discípulos pescadores, dando-lhes uma sugestão: Ele disse: “-Joguem a rede do lado direito do barco, que vocês encontrarão peixe”. Engraçado, onde estavam longe, ou sempre estiveram ali bem ao lado deles, e eles não conseguiram pegar nenhum? O texto diz que eles fizeram a coisa mais certa de suas vidas: OBEDECERAM. Eles lançaram... O resultado de obedecer mesmo sem entender nada do que esta acontecendo é o caminho mais perto para alcançarmos a vitória. Quantas vezes desprezamos o conselho do desconhecido, do irmão da mão grossa lá da roça, da idosa de três dentes, do diácono de todos os momentos, enfim sabemos pescar, porque ouvir a outros? Pois foi bem ai que os discípulos tiveram a grata surpresa de rever mais uma vez seu mestre ressurreto em mais um de seus maravilhosos milagres. O resultado foi este: “e não conseguiram recolher a rede, tal era a quantidade de peixes”. Se tivermos Fé e obediência à palavra de Deus, seremos com certeza surpreendidos a cada momento, com milagres e respostas tremendas da parte de Deus. Ao chegarem à beira da praia os discípulos foram surpreendidos com peixe assado nas brasas e pão. Enquanto eles lutavam para pescarem qualquer coisa, a mesa já estava servida na praia. Nunca devemos entrar por portas que Deus não tenha aberto para nós, esperemos com paciência, Ele sabe o que é melhor para nós.
Diz uma linda canção: Não o que quero ser, nem onde quero ir, pois quem sou eu o meu caminho a escolher, meu pai escolherá, Ele sabe o melhor, por onde guie-me, irei. Não se apresse, vai dar certo. Sl 40.1. “Esperei confiantemente pelo Senhor; Ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro”.
O salmista já sabia da lei da dependência absoluta de Deus. Façamos o mesmo e as coisas não serão tão penosas para nós como foram, quem sabe para os discípulos. Muitas vezes não é falta de fé, é dependência naquele que da a direção tanto a nós quanto às circunstâncias.






por Pr. Ivan Nunes - Presidente do Conselho Nacional

PARA MEDITAR, POSTAGEM DO GRANDE AMIGO PR. WILSON THINONIN DO BRASIL PARA CRISTO EM LONDRINA/PR

Engraçado..... Esses pardais.....

Esses dias caiu do telhado de nossa casa um filhote de pardal. Tentamos devolvê-lo ao ninho, mas o local era inacessível. Eu e Nilda ficamos comovidos com o fato, a ponto de adotarmos o bichinho como sinal de solidariedade a fauna, entendendo que poderíamos salvar aquele, que já era cobiçado por alguns gatos oportunistas. Até um nome carinhoso lhe demos: Nico. Não é tocante? A todo instante ele abria um enorme bico, que na nossa interpretação, era um clamor obcecado por alimento. E claro: isso foi o que não lhe faltou de modo abastado e triturado por nós, que mais parecíamos garçons de churrascaria. Nada parecia saciar o Nico. Era como jogar água com uma caneca num monte de areia. Cada fragmento de comida que lhe descia a goela, representava para nós um grande feito. Era tipo o aviãozinho que fazíamos para os filhos consumirem a papinha do dia. Ual!!! Ao mesmo tempo pensávamos: “Pena que por causa da pena que vai chegar, logo o Nico voará e nem saberá o que estes socorristas, paramédicos dum siate caseiro, lhe fizeram num momento tão crítico.” Mas, valia pensar, não no que o soldado Ryan, pensaria de seus resgatadores: o ato em si já compensava tudo.
Porém, como salvadores de pardais, nosso destino parecia fracassado. Não passamos no teste. Logo o nosso paciente começou a passar mal. Tentamos improvisar uma UTI, mas nada adiantou. Todas as tentativas foram inúteis: respiração boca a boca, aliás, boca a bico, já não resolvia... Que pena! O nosso penoso Nico, o papo cheio, o bem cuidado, não resistiu e o óbito lhe fora inevitável.
O que devíamos colocar na autopsia moral? Excesso de comida, ou comida errada? No que falhamos? Poderíamos ter procurado um veterinário para dar uma boa dica?
Fico pensando nos pardais humanos que caíram do telhado da graça. Deus os viu esfomeados e prontos para serem devorados por tantos predadores. Deus, não quis lidar com o problema, mas procurou ser a solução no problema. No resumo da bíblia, “João 3:16”, vemos que Deus em Cristo veio a ser o sumo pardal para entender, curar e salvar pardais. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. Esse sublime pardal caiu para que os demais fossem levantados; atraiu a doença para ser a cura, atraiu a morte para ser a vida; incorporou a maldição para que fossemos a bênção. Foi levantado numa vergonhosa cruz para atrair todos a Ele. Compartilha conosco a sua carne partida e seu sangue vertido para que tenhamos vida em abundância. Foi isso levou Paulo a falar em alto e bom som: O amor de Cristo nos constrange,” II Cor 5,14.
É isso que cada pardal humano poderia e deveria falar também.
Isso é graça.. Tentar entender graça sem essa graça, não tem graça.


PARA MEDITAR, POSTAGEM DO GRANDE AMIGO PR. WILSON THINONIN DO BRASIL PARA CRISTO EM LONDRINA/PR

A CASA DO PÃO SEM PÃO
Num determinado ponto da viagem notei a enorme placa na encosta da montanha que anunciava sobre a Casa do pão a uns quilômetros naquela rodovia. O painel era grande e bonito, o que fez me ainda mais interessado em comprar alguns exemplares. Pensei no famoso e irresistível pão caseiro, e porque não saborear naquela tarde um crocante pão de queijo? Ah, já que é “casa do pão” não vai deixar de ter o pão de alho e o pão doce recheado com coco, goiabada ou doce de leite. Quando entrei dentro da “casa do pão”, além de não sentir cheiro de pão, o que muito caracteriza sua presença em qualquer ambiente, logo notei que não era apenas casa para possíveis pães, pois havia tudo que um bom posto de conveniência oferece. O problema foi que a única coisa que não tinha na “casa do pão” era pão.

A princípio me senti vítima de propaganda enganosa, absurdo, contraste, paradoxo. Sai da casa do pão como entrei: sem pão. Não achar pão na casa que diz ser dele, é como não ver noivos no dia das núpcias.

Ao entrar no carro e seguir viagem comecei a pensar num monte de coisas que podem estar parecendo com esse negócio de embalagem sem produto. Já pensou uma Igreja de Deus sem Ele? Um homem de Deus sem o Deus do homem? Um natal sem o aniversariante? Oração sem fé? Poder sem autoridade ou....? Pois é, acho que tem tanta gente alegre sem alegria; pessoa bonita sem beleza, rica sem dinheiro, sabida sem sabedoria, etc. Acho que dá pra pensar no nosso amigo mineirinho que gosta de chamar tudo de trem, mas um dia dentro do trem, notei que ele chamava o TREM de coisa. Nossa! Tanta casa de cristão com livros, hinários, lenços, rosas e pedras ungidas, mas será que Cristo está lá ou continua batendo na porta?

Sardes, uma das sete igrejas apocalípticas, fora exortada pelo fato de ter nome de viva. Era possível encontrar nela muito do que nem precisaria numa igreja. O que ela mais pregava não tinha: VIDA. Apoc. 3:1. Meu pai gosta de falar duma igreja onde o porteiro impediu que um menino entrasse pelo fato dele estar muito sujo. Chorando, o garoto sentou-se na calçada, quando chegou um cidadão e perguntou-lhe pelo motivo do choro. - É que não me deixaram entrar na igreja. - Não fique triste filho - respondeu o homem- eu também não tenho podido entrar ai há muito tempo. Ao falar isso logo desapareceu. Certamente era o Senhor Jesus para falar o mesmo que pode estar falando de muitos lugares que têm e fazem tanto em seu nome, mas não tem a sua pessoa: Casa do pão sem pão.

Mundo capetalista, esposo de mulher, mas sem a tal, esposa de marido vivo-morto, filhos de pais, mas sem eles.

Jesus, o pão vivo que desceu do céu, é o maior milagre da multiplicação de si mesmo, pelo fato de se revelar naqueles que o aceitam. (João 6:32).

Quando participamos da ceia do Senhor estamos confirmando a causa e o efeito duma ação divina que supriu nossa fome numa padaria com pão.

O restaurante não precisa ser bonito, mas a comida pode e deve ser agradável, a menos que alguém queira pagar apenas pelo que se é e não pelo que se tem. O grande método, a maior estratégia para atrair pessoas que se sentirão satisfeitas e realizadas, está na presença dominadora de Deus. Sem isso a casa do Pão será uma casa de conveniências de meros encontros cheia de nada e vazia de tudo.

Não foi como o diabo quis, mas a grande pedra angular de Deus na cruz, foi transformada no pão do fortalecimento disponível a todos os que o procuram. Como já dizia a vovó: não precisamos comer o pão que o diabo amassou, mas podemos comer e ser do pão que amassou o diabo.

Que o mundo note que você, mais do que o nome, tem a essência duma casa de pão com pão quente, cujo aroma se manifesta por todos os lugares. Que na sua casa de pão, mesmo não tendo de tudo, tenha um pão que diariamente é partido e repartido num estilo de vida, onde exemplos falam mais que palavras.

Que sua vida seja uma casa do pão com pão. Ainda que sejam cinco pães ou um, em Deus a multiplicação será sempre uma realidade.